Postado em 18/10/2019

As diferentes fases do desenvolvimento humano, também conhecida como ciclo de vida, é composta por modificações físicas, cognitivas e psicossociais, análogas a sua faixa etária, mas o envelhecimento ainda é visto pela maioria das pessoas como um processo negativo.

A população de idosos está aumentando mundialmente, estima-se que até 2040 as pessoas com 65 anos sejam 1,3 bilhões em todo o mundo, o que traz consigo questões inerentes ao desenvolvimento como: longevidade, qualidade de vida, capacidade funcional, bem-estar, entre outros.

Questionamentos sobre como evitar os declínios ao longo do envelhecimento são comuns e devem ser pensados preventivamente. Muito se fala em envelhecimento bem-sucedido, que se trata de uma visão que atende três critérios:

- Baixa probabilidade de doença e incapacidade;
- Elevada capacidade funcional física e cognitiva; 
- Envolvimento ativo com a vida;

Esta visão ultrapassa o modelo biomédico pois, envolve o bem-estar subjetivo, estratégias para lidar com ganhos e perdas, bem como ajustamento físico e psicológico. Neste contexto ainda, podemos englobar a resiliência, visto que ela é compreendida como fator moderador do estresse, promovendo adaptação positiva nas vivências diárias e auxiliando na regulação das emoções.

É essencial que diante dos aspectos inerentes ao processo de envelhecimento e dos desafios que o envelhecer proporciona a cada indivíduo, recursos sejam identificados, promovendo resiliência, melhorando a capacidade de adaptação aos eventos estressores da vida, diminuindo a vulnerabilidade psicológica, aprimorando a capacidade de regulação emocional e bem-estar físico. Estratégias que contribuam para um envelhecimento bem-sucedido, tornam-se extremamente valorosa clínica, familiar e socialmente.

 

 

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