Postado em 07/03/2013

Hoje em dia, o estilo de vida saudável dos idosos propõe aos mesmos mais desafios e a possibilidade de exposição a ambientes diferentes, e a buscar por atividades em grupos de terceira idade.

Os laços domiciliares, de lazer e recreativos proporcionam maior interação com o meio e com outros idosos, onde podem estar sujeitos a situações adversas de traumas, como uma queda, um desmaio ou até mesmo um atropelamento em vias públicas. Sendo assim, o amigo idoso passa a ser a pessoa mais próxima e consequentemente tem a responsabilidade pelos primeiros socorros e pelo acionamento dos serviços de emergência.

Uma das mais importantes responsabilidades dos socorristas é acionar de forma rápida os serviços de emergência e em seguida iniciar os procedimentos de primeiros socorros, garantindo assim a preservação dos sinais vitais e evitando o agravamento das lesões até a chegada das equipes de apoio.

Apesar do aumento da ocorrência de traumas nos indivíduos idosos, poucos estudos buscam identificar fatores de risco capazes de prever o aparecimento destes eventos e a mortalidade deste grupo por tais motivos.

Está sendo indicado que a mortalidade decorrente do trauma é mais elevada em decorrência de doenças já existentes e do aparecimento de complicações após o trauma.

Considerando que os primeiros socorros visam ajudar e minimizar os danos ocorridos, este presente estudo propôs um atendimento qualitativo, quando não se pode atuar por meio da tentativa de erros e acertos e sim mediante a um atendimento igualitário a todos e com qualidade.

Pôde-se observar com a coleta de dados que, em todos os casos abordados nas questões, houve números significativos de erros, o que pode implicar um atendimento inadequado às condições das vítimas.

Sendo assim, o amigo idoso, no papel de um socorrista (pessoa treinada) pode, em uma situação de trauma e emergência, diminuir o sofrimento da vítima, tranquilizá-la, amenizar as complicações do trauma, minimizar e/ou evitar sequelas, bem como acionar à assistência de emergência para que, com esses procedimentos, possa salvar muitas vidas, não só para seu amigo idoso, mas a vida de qualquer idade.

Por:

Ednei Fernando dos Santos

Érica Beatriz Lemes Pimentel Verderi

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