Postado em 03/01/2020

Relatos de que a música faz bem para a saúde são muito antigos, desde o período antes de Cristo. Em 1944, porém, durante a Segunda Guerra Mundial, experiências musicais feitas com ex-combatentes demonstraram que a utilização da música e seus elementos ajudou a diminuir a dor, o estresse e a ansiedade nos veteranos de guerra. Esses resultados deram origem à profissionalização da musicoterapia.

No Brasil, o dia 15 de setembro é muito importante para essa área, pois é o Dia do Musicoterapeuta, profissional responsável pela utilização da música na terapia e como terapia. Para atuar profissionalmente, o musicoterapeuta necessita cursar uma graduação ou uma pós-graduação em Musicoterapia. Sua atuação é na área da saúde, da educação e no campo social.

"O musicoterapeuta emprega instrumentos musicais, o corpo, a voz e demais sons com a intenção de estabelecer canais de comunicação com seus pacientes. Desse modo, o musicoterapeuta auxilia indivíduos ou grupos no desenvolvimento de potenciais, na educação ou no restabelecimento de funções físicas, mentais e sociais.”

Estudos recentes têm demonstrado que a musicoterapia pode ajudar no enfrentamento do câncer. Um deles, realizado em 2011 pela Universidade de Drexel (Estados Unidos), com atualizações divulgadas em agosto de 2016, mostrou que esse tipo de terapia parece contribuir para o alívio da dor, da ansiedade e da fadiga. Ainda segundo esse estudo, a musicoterapia pode contribuir para a diminuição do número de medicamentos tomados pelos pacientes oncológicos, assim como o tempo de internação.

Aqui na pós-FMU, essa disciplina está incluída na carga horária do curso de Pós-Graduação em Práticas Holísticas.

Confira a proposta completa.

 

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