Postado em 23/01/2019

A CCJ – Comissão de Constituição , Justiça e Cidadania aprovou na manhã do dia 21 de novembro de 2018 o projeto que regulamenta o exercício da profissão de psicomotricidade e autoriza a criação dos conselhos regionais e federal (PLC 74/2018).
De acordo com a proposta do deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) poderão exercer a atividade de psicomotricista profissionais registrados nos conselhos regionais, graduados e Pós-graduados em psicomotricidade ou pós-graduados nas áreas de saúde e de educação com especializado em psicomotricidade até 48 meses após a promulgação da lei. O projeto também habilita pessoas que até a data de inicio da vigência da lei tenham comprovadamente exercido a atividade de psicomotricista e para formados em psicomotricidade com diploma expedido por instituições de ensino superior estrangeira, desde que revalidado na forma da legislação em vigor.
Em seu relatório, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) diz que a matéria possui qualidades inequívocas e que merece aprovação. Na visão dele, o reconhecimento legal de novas profissões se apresenta como um anseio legítimo dos profissionais que delas se ocupam, como expressão da consolidação legal dessa profissão e da delimitação de seus espaços institucionais.
Lindbergh ressalta que a psicomotricidade, como um campo de atividades dinâmico, tende a crescer nos próximos anos, dada a prevalência de problemas ósteo-musculares, neurológicos e motores que afligirão um número cada vez maior de pessoas, em razão da maior longevidade e das modificações de estilo de vida.
 
A psicomotricidade trata-se de uma técnica que integra múltiplos pontos de vista e que utiliza os conhecimentos de várias ciências como: biologia, psicanálise, psicologia,sociologia e a linguística, além de ser uma terapia que se dispõe a desenvolver a expressão corporal do indivíduo.
 
 

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